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sábado, 22 de dezembro de 2012

Um relato de incompetência corporativa, estrelando: mulheres

O relato a seguir é de uma mulher que acreditava que os homens conseguiam trabalho na TV muito fácil, e que mulheres não progrediam devido ao fato dos grandes da mídia serem "Clubes do Bolinha" inacessíveis a elas. Assim, ela resolveu criar uma companhia de TV composta só por mulheres. Contratou as mais bem graduadas e conhecidas, acreditando que elas também fossem capazes de mostrarem competência e espírito de equipe para o mundo dos negócios - tudo isso num ambiente de trabalho "mais humano e pacífico".

Mas o que era um sonho logo se tornou um desastre. Em vez de um ambiente pacífico, brigas por motivos fúteis. Em vez de espírito de equipe, sarcasmo e competição por poder. Em vez de profissionalismo, chororô e dramas num ambiente digno de jardim de infância, como vocês verão. Relato originalmente publicado na Daily Mail, traduzido por Rider (Fórum do Búfalo) e adaptado para a MAB por Spirit:


Samantha Brick
Samantha Brick, autora do relato, demonstrou as capacidades da mulher num ambiente corporativo;
agora, ela sabe que decotes ainda são a melhor forma de promoção pessoal.
Reparem abaixo que ela vai criticar o comportamento sexualizado de algumas de suas subordinadas.
Cinco anos atrás, eu era uma produtora executiva, fazia shows para canais como a MTV e morava em Los Angeles. Trabalhar na TV é notoriamente difícil para as mulheres. Achava que existia uma rede poderosa entre os homens, e que a maioria dos chefes eram misóginos. Então, decidi criar a primeira produtora somente com mulheres inteligentes, espertas e orientadas à carreira, que trabalhariam harmoniosamente e livres da fanfarronice dos homens.

Em abril de 2005, eu deixei meu emprego, coloquei minha casa na hipoteca – conseguindo algo próximo de 100.000 libras (aproximadamente 350.000 reais), e comecei a me pagar mensalmente 700 libras para erguer o meu sonho. Tendo trabalhado arduamente por 12 anos na área e com experiência e uma boa reputação, o que poderia dar errado?

Organizei uma equipe com sete membros e montei um escritório em Richmond upon Thames, Surrey. Apesar das mulheres que entrevistei ficarem entusiasmadas com o conceito, elas ainda insistiram em receber altos salários. Muito justo, eu pensei na época – elas eram profissionais, talentosas, e eu já havia trabalhado com elas antes.

Mas, em uma semana, dois grupos já haviam sido criados: aquelas que já haviam trabalhado antes juntas e aquelas que produziam “novas ideias”. Algumas eram convidadas para o almoço ou café, e outras não. Nada explícito era dito, mas a rejeição era óbvia. Quando íamos todas juntas ao bar após o trabalho, as divisões eram vistas de acordo com quem se sentava em que posição da mesa e quem tinha um comportamento civilizado (ou não) com quem.

A moda era campo de batalha onda era cada uma por si: o que cada uma vestia se tornava fonte inesgotável de escárnio, desde frases maldosas sobre produção exagerada até o bronzeamento artificial de outras. Eu me sentia triste com qualquer uma que aparecia, ingenuamente, com um novo conjunto no escritório, pois todas a elogiavam a cara, e depois maldiziam-na pelas costas. Isso acontecia sem exceções.

Meu braço direito, Sarah, gerente geral, mostrou o quanto moda importava no escritório quando se recusou a contratar a mais bem-qualificada da seleção porque ela não sabia distinguir um Missoni de um Marc Jacobs. Mesmo que a garota fosse só fazer café e realizar pequenas tarefas.

O escritório parecia um desfile da moda de Milão, mas com a competitividade de uma edição da Miss Mundo e os golpes baixos de uma briga na lama.

Uma dessas briguinhas arruinou uma amizade quando Sarah e nossa jovem pesquisadora de desenvolvimento receberam o mesmo presente de Natal – uma bolsa Chloe Paddington de 900 libras. Ao aparecerem com o mesmo modelo de bolsa no escritório, foi como um duelo ao amanhecer. Elas fizeram força pra se cumprimentar, mas o relacionamento nunca se recuperou.

Não demorou muito para o escritório ficar dividido entre as mulheres que usavam maquiagem e as que não usavam. Os comentários das primeiras eram, “será que elas não sabem o que é creme?” ou “será que algum dia elas já usaram escova para cabelo?”, enquanto a outra turma dizia, “o pessoal no ônibus deve achar que ela é uma puta”, ou “ela parece uma drogada”.

A obsessão com a aparência fazia que toda a equipe permanecesse de dieta. Se eu comprasse um sanduíche de atum para o almoço, eu ouvia pelas costas comentários que eu estava gorda como uma porca – mesmo que o meu manequim fosse 48. Duas das garotas mais magras costumavam falar sobre a garota mais gorda: “eu me mataria se ficasse tão gorda assim.”

As empregadas consideravam aceitável faltar ao trabalho para fazerem tratamentos de beleza – e não compensavam depois. Uma garota chegava constantemente atrasada por tingir os cabelos, e quando eu reclamei, ela explodiu, ultrajada - afinal, a maioria chegava tarde e respondia, “essa é a hora que meu trem passa”, se eu as repreendesse.

Vendo as coisas agora, eu percebo que deveria ter sido mais severa. Meu idealismo foi o motivo da minha queda, já que eu estava convencida de que elas iriam se comportar do jeito que fossem tratadas por eu tratá-las bem.

Eu ficava fora do escritório tentando conseguir contratos, enquanto lá, o trabalho ficava em segundo plano. Vinha depois de conversas sobe compras, namorados e dietas – oh, e comentários sarcásticos das minhas duas pesquisadoras contra outra garota da equipe, Natasha.

SEIS MESES depois da criação da companhia, as tensões chegaram ao máximo quando uma das pesquisadoras pegou o laptop da Natasha e se recusou a devolvê-lo. Nesse dia eu fui forçada a cancelar meus compromissos e voltar para o escritório para tentar resolver a questão. Apesar de Sarah estar presente, ela se recusou a se envolver porque ela não queria bancar a “policial má”. Mesmo estando no comando, ela tinha medo do que iam falar dela – como se, num ambiente só de mulheres, elas não conseguissem se manter profissionais.

Discussões se tornaram rotina. Começavam com sarcasmo, logo outras entravam e a emoção e a raiva cresciam até o ponto de explodirem em gritos e xingamentos, que sempre deixava alguém chorando; o grupo de amigas da garota ofendida ia ao banheiro consolá-la, e depois, ambas falavam mal uma da outra o resto do dia – e nada de trabalhar.

Chegou um ponto em que tive de escrever um manual para elas sobre como serem educadas e respeitosas umas com as outras e mandar recados apropriadamente; também disse que não haveria mais críticas e fofocas no escritório. Mas, apesar da aprovação delas, no fim isso não fez diferença alguma.

Elas escondiam suas intenções em frases floreadas – uma delas disse para a outra sarcasticamente: “eu não quero parecer uma babaca, mas simplesmente não suporto ficar na mesma sala e respirar o mesmo ar que você.”

Mas a maior força não eram os egos, eram os hormônios. Quando uma das mulheres começou o tratamento para fertilização in vitro (IVF), ela soltava sua raiva sem avisos e sem desculpas. Quando uma das garotas estava de TPM, o comportamento irritadiço de uma passava rapidamente para as outras, como por osmose.

Quando uma delas terminou com seu namorado, ela me disse diretamente para eu ser ‘super-compreensiva e sensível em relação a ela no trabalho’, via e-mail, como desculpa para faltar ao serviço. O chororô durou por uma semana.

Outra garota, com dois namorados, pressionava todo mundo no escritório sobre o que dizer para cada um deles, caso eles ligassem para o escritório. E outra tinha um apetite sexual voraz e não via problemas em falar em voz alta detalhes das suas sessões de maratona sexual. Recebia queixas constantes sobre a linguagem crua que ela usava.

Outra briga aconteceu quando Sarah descobriu que estava pagando estacionamento enquanto uma das garotas tinha conseguido uma vaga de graça no prédio. Sarah dizia que ela havia passado por cima da sua autoridade, enquanto a outra disse que ela era ‘difícil’. As duas nunca mais voltaram a se falar.

Os efeitos da falta de testosterona na empresa ficaram ainda mais evidentes quando eu contratei temporariamente dois diretores para trabalhar numa série (os operadores de câmera eram normalmente homens devido ao peso do equipamento). A equipe ficou surpreendentemente mais quieta, trabalhou melhor e reclamou menos – talvez por estarem ocupadas flertando com eles.

Quando tínhamos reuniões com homens, cada uma delas tentava provar ser a mais sedutora na sala. Com um encarregado, uma delas disse “veja isso!”, e então ela colocou as mãos dentro do sutiã e torceu o bico dos seios. Tanto eu quanto ele ficamos sem saber o que falar.

E mesmo que eu ainda sustente o conceito de excluir os homens como empregados – devido a todas as facilidades que eles têm na TV – se eu fosse começar tudo novamente, eu definitivamente empregaria homens. Na verdade, eu empregaria somente homens.

Todo o lucro da empresa foi engolido devido aos altos salários e aos erros de contabilidade da equipe. E aí, quando começamos a ter problemas no fluxo de caixa, Sarah pediu licença de um mês. Ela também confessou que vinha fugindo de ligações dos credores, arruinando a reputação da firma. Nessa altura eu viajava constantemente entre os EUA e a Inglaterra, lidando com uma equipe em frangalhos em Londres e produtoras aparvalhadas em Los Angeles.

Tentando colocar mais dinheiro no negócio, eu vendi meus dois carros, mas era tarde demais e o escritório abriu falência em 2007, menos de dois anos após ter sido aberto.

Apesar de não poder me absolver da culpa, acredito que o escritório foi arruinado pela inveja constante e briga interna de uma equipe composta só de mulheres. O egoísmo e as inseguranças delas levaram minha empresa à bancarrota. Quando eu precisei da assim chamada Sisterhood, podem acreditar, ela não estava lá.

Fonte: Daily Mail 

Pois aí está a experiência de uma mulher que literalmente SE FERROU por colocar ideologias feministas e suas crenças sobre a capacidade intelectual das mulheres à frente de princípios da administração e da autoridade. E por mais que ela responsabilize suas subordinadas pelo malogro de sua própria companhia  ela não percebe que ELA MESMA foi a responsável por isso tudo. Veja as evidências de sua falta de capacidade de liderança:

  • Ela ACEITOU pagar às mulheres contratadas por ela o que elas queriam por pura ingenuidade;
  • Ela via as mulheres se comportando mal constantemente e se recusava a puni-las;
  • Ela acredita em conceitos retardados como a "instabilidade emocional da mulher induzida por hormônios" (aka desculpa para aceitar MAU COMPORTAMENTO);
  • Deixava que erros de contabilidade acontecessem;
  • Não sabia delegar tarefas (tentavam os problemas sozinha enquanto as outras "brincavam" de chefe);

E muitos outros detalhes que os experts e consultores de negócios apontariam facilmente. A ingerência dela fez com que, em apenas seis meses, o ambiente de trabalho parecesse um jardim de infância recheado de criancinhas mimadas.

O pior de tudo isso é que este relato não fala de mulheres comuns que encontramos por aí. É um relato onde as mulheres são de alto gabarito estudaram muitos anos, têm diploma, e recebiam altos salários pelo que faziam - e que adoram  esfregar seu diploma e seu status de "forte e independente" na cara das pessoas, como se isso fosse um atestado de competência. Daqui se tira a lição de que mulheres pensam que basta achar serem alguma coisa para que elas realmente sejam essa coisa; se alguém diz a elas que elas são competentes, elas acham que realmente são competentes - mesmo que não tenham feito nada para demonstrar tal competência. É o senso de privilégio (entitlement) inflado artificialmente.

Mas esse comportamento delas é previsível: como já falado no livro "Os Princípios Que Regem a Interação Social", as mulheres agem assim porque põem suas emoções acima de tudo; priorizam as "boas intenções" sobre a verdade, preferem mentir para fazer os outros se sentirem bem em vez de contarem a verdade, preferem esperar que outras pessoas façam as coisas por elas, agem conforme o humor naquele momento e fazem julgamentos completamente subjetivos - que, por consequência, podem mudar conforme o investimento emocional dela em quem ela esteja julgando. Por isso tudo é que mulheres no geral não são qualificadas para exercerem cargos que exigem espírito de liderança e grandes responsabilidades.

Só que existe o feminismo dizendo a elas que mulheres são capazes de fazer tudo o que os homens fazem - e melhor do que eles - sem lembrá-las que tais capacidades são adquiridas com muito trabalho e esforço. Como o feminismo luta apenas para dar a elas privilégios especiais tirando delas o senso responsabilidade pelos seus atos e intimidar quem contesta tais privilégios mostrando a verdade, as mulheres numa sociedade feminista pensam mais nos seus direitos que nos seus deveres; pensam em ganhar mais trabalhando menos; pensam em serem respeitadas sem respeitarem; pensam em se proclamarem "independentes" cobrando privilégios especiais dos homens. E assim, cada vez mais vão se tornando seres sem noção nem coerência, mulheres indignas de confiança.

ABAIXO O FEMINISMO.


20 comentários:

  1. Don Corleone22/12/12 9:22 PM

    Ha ha ha ha ha ha tive que rir do relato dessa mulher, muito bom, isso tudo nós já sabíamos não é mesmo? Quem não sabe que essa pseudo-capacidade de fazer tudo que os homens fazem não passa de uma falácia? Tirem os homens do planeta e as mulheres não sobrevivem uma semana. Ahhh mas as feministas sabem disso, apenas não reconhecem, claro, reconhecer isso seria uma paulada no feminazismo. Brigas de vaidades, narcisismo, futilidades, esse é o ambiente feminino. É como aquela conversa de salão de beleza. Fofocas, conversas fúteis, uma cuidando a roupa da outra. Não adianta feminazis, a capacidade inventiva do homem é superior, isso não é preconceito, é a realidade. As mulheres nunca tiveram tanta liberdade como agora e o que elas criam de novo? absolutamente nada. Maioria das mulheres na faculdade? só vai servir pra mostrar o diploma. Eu vejo pela academia aonde frequento. As 3 professoras de educação física vinham perguntar as coisas para mim, dicas de exercício, como fazer etc. No começo eu ajudava mas depois comecei a me negar. Não agradeciam, não tinham humildade, agiam com arrogância. Elas que se virem. Se ensinam errado, azar. Eu ainda vou dizer para o dono da academia que ele tá botando dinheiro fora, ele que fique com uma só pra dar aulas de jump pras mulheres. O resto tem que ser homem, são mais esforçados e mais racionais. Nem força pra ajudar num exercício elas tem. Outro dia uma quase deixou um cara esmagado debaixo de um peso. As feminazis e a maioria das mulheres são mal-agradecidas, porque aposto que quem sustentou-as e deu estudo foi um homem. Cospem no prato que comeram. Quando a coisa pega fogo correm pro papai ou pra outro homem, quando estão numa boa bancam as poderosas. Ahh vão se enxergar.

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  2. Há um caso similar aqui no Brasil.
    No final da década de 80 início da década de 90
    o Banco do Brasil abriu uma agência em Belém, capital
    do Pará, com o nome de Braz de Aguiar, essa agência foi
    composta só por funcionárias, gerente,
    caixas, escriturárias e, pasmem, pessoal da limpeza
    também eram do sexo feminino, exigência que se im-
    punha pela grande idéia, uma agência "tocada" só por
    mulheres.
    Bom, foi o inferno na terra, muito parecido
    com o relato do artigo.
    A agência Braz de Aguiar existe até hoje em Belém (PA) mais a idéia foi abandonada.

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  3. Don Corleone, é impressionante a maneira como você rebaixa as mulheres, até parece odiá-las. Existem mulheres com espírito de liderança, assim como homens que não o possuem.
    Não entendo porque tanto ódio às mulheres se você nasceu de uma. Quanto á futilidade que rola entre alguns grupos femininos, que valorizam a pessoa pelo que ela veste, isso infelizmente acontece. Mas e quem disse que não existe futilidade no mundo masculino? Também sei de caso de empresas que vão à falência porque HOMENS responsáveis por elas não são capazes de administrá-las, ou de empregados que perdem mais tempo competindo pra ver quem tem o bíceps maior ou pra ver quem pega mais mulher do que cuidando de seus afazeres.

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    1. "Espírito de liderança" é um termo escuso costumeiramente tido como uma espécie de dom que a pessoa só tem quando nasce.

      Na verdade os homens realmente têm o dom nato da liderança, que lhes dá aptidão para conduzir interações sociais e iniciar relacionamentos íntimos com homens (amizade) e mulheres (relacionamentos, sexo). O fato de alguns expressarem essa liderança e outros não está no condicionamento da pessoa. Por ex., hoje, graças ao feminismo, cada vez mais homens têm se tornado passivos e apáticos, incapazes de se relacionarem. É a cultura estragando o homem em nome de uma ideologia oportuna.

      Também sei de caso de empresas que vão à falência porque HOMENS responsáveis por elas não são capazes de administrá-las, ou de empregados que perdem mais tempo competindo pra ver quem tem o bíceps maior ou pra ver quem pega mais mulher do que cuidando de seus afazeres.

      Sim, existem empresas comandadas por homens que vão à falência. Mas nesse caso pode haver vários motivos para a falência: mudança repentina de conjuntura econômica, crises, mau controle do fluxo de caixa, más decisões administrativas, acidentes... mas nunca por disputa do "maior bíceps", ou uma bolsa de 600 libras... :D

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    2. Corretíssimo, caro Will.

      Este dom vem de Deus. Deus fez o homem cabeça e a mulher auxiliadora (co-cabeça). Mexer com que Deus ordena, é arrumar pra 'cabeça'... rsrs

      Abraços, legal teu blog

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  4. Will, você rebaixa as mulheres em seus textos, dá a entender que elas são seres inferiores que não são capazes de progredir no mercado de trabalho. Tenho perguntas a lhe fazer:
    Você odeia as mulheres? O que você pensa das mulheres? Qual é o papel das mulheres na sociedade?
    Quanto as mulheres que disputam quem usa a bolsa mais elegante, concordo, é fútil, baixo e mesquinho.
    Mas quem disse que não existe futilidade no mundo masculino? Ou você acha que se aproveitam os assuntos de homens incultos em um bar disputando pra ver quem é o troglodita que pega mais mulher ou incentivando os outros a trair ou até usar a violência contra suas mulheres? Isso não é fútil?
    Você fala de um jeito como se os homens fossem seres superiores e as mulheres inferiores. Qual é o papel da mulher em uma relação? Ser um ser apático que deve dizer sim a tudo que o marido diz? Ver ele levar a família à falência por administrar mal os negócios da família e ficar quieta, já que mulheres são seres burros na sua opinião e que nada entendem de administração?
    Eu sinceramente quero entender mais sobre você e o que você pensa a respeito das mulheres. Você namora com uma? Se a resposta for não, que tipo de mulher você procura?

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    1. Will, você rebaixa as mulheres em seus textos, dá a entender que elas são seres inferiores que não são capazes de progredir no mercado de trabalho.

      O que você entende por "progredir no mercado de trabalho", se a percepção de progresso depende de pessoa para pessoa?

      Você odeia as mulheres? O que você pensa das mulheres?

      A resposta está aqui.

      quem disse que não existe futilidade no mundo masculino? [...] homens incultos em um bar disputando pra ver quem é o troglodita que pega mais mulher ou incentivando os outros a trair ou até usar a violência contra suas mulheres? Isso não é fútil?

      Tem muito homem idiota por aí que advoga esses modelos culturais de masculinidade que não os levam a lugar algum. Mas isso não quer dizer que o homem é incapaz de ser racional. E você nunca vai ver homens brigando numa empresa pelas futilidades que você citou até o ponto de levá-la à falência. :D

      Você fala de um jeito como se os homens fossem seres superiores e as mulheres inferiores. Qual é o papel da mulher em uma relação?

      Tá na mão.

      Ser um ser apático que deve dizer sim a tudo que o marido diz?

      Desde quando obedecer e respeitar uma pessoa com autoridade sobre você te faz uma pessoa "apática"? Me poupe! Vá ler o livro do link acima.

      Ver ele levar a família à falência por administrar mal os negócios da família e ficar quieta, já que mulheres são seres burros na sua opinião e que nada entendem de administração?

      A possibilidade de um homem tomar decisões erradas não deve ser pretexto para a mulher brigar com ele por poder. Isso sim é receita para o fim da família.

      quero entender mais sobre você e o que você pensa a respeito das mulheres. Você namora com uma?

      As mulheres são seres muito bonitos e que possuem o dom de gerar e cuidar de crianças. Relacionar-se com elas é tudo que eu, como homem, preciso para satisfazer minhas necessidades emocionais, psicológicas e sexuais. Não é só uma questão de atração e sexo; já transei com muitas garotas de programa e vi que isso não me satisfaz plenamente, porque não me dá o direito de ter exclusividade de só eu poder cuidar dela e fazê-la feliz comigo. Eu não namoro, e eu sei bem como isso faz falta.

      que tipo de mulher você procura?

      A pergunta certa pra se fazer é, "o que você espera de uma mulher em um relacionamento, e o que você espera dar a ela em troca?" Eu espero dela fidelidade, obediência, apoio às minhas decisões e cuidados com a casa e os filhos, e dou a ela minha fidelidade, meu carinho, meu apreço e meu apoio moral e financeiro. O desejo dela por mim, outra coisa importante, vai ser o resultado dessa troca.

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    2. O senso comum e a generalização tomou conta do texto: meninas: fúteis, invejosas, incapazes, infantis, desequilibradas. Meninos; líderes natos, perfeitos, sensatos, corajosos, focados. Conclusão, o mundo atualmente é dirigido pelos homens, por isso que é essa maravilha, todos os governos caminhando com eficácia, honra e ordem.

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    3. Se você acredita tanto num governo controlado por mulher, vá para a Argentina!

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    1. Diferentemente de outras feministas por aí, você parece bem determinada a provar que estamos errados.

      Então adicione meu contato no Google Plus e aí marcamos um debate para sexta à noite ou qualquer outro dia. Vamos ver se você consegue ser mais coerente sem um teclado.

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  6. Vamos debater por aqui. E não pense que só mulheres me apoiam nisso tudo que eu disse, tem muito homem também.
    Você está demonstrando que vê as mulheres como seres apáticos que só devem dizer sim ao homem.
    Mas o homem não é um ser perfeito. Um casal deve conquistar as coisas juntos, com muito diálogo, sem a mulher ver o homem como uma carteira ambulante, afinal ela também pode trabalhar. E tem o direito de dizer NÃO. De não ser submissa, de falar o que acha errado.
    E por favor responda as coisas que perguntei.

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    1. Vamos debater por aqui.

      Nada disso. A seção de comentários do blog não foi feita para ser poluída com disputa de argumentos. Para isso existe o debate.

      Vamos fazer um debate ao vivo e com áudio gravado pelo Google Plus, exatamente no formato de debate padrão da Manhood Academy. Lá, você e eu teremos a oportunidade de expor e confrontar nossas ideias para o grande público. Fica o convite.

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    2. Vejam só vocês a covardia dessa feminista, que correu como o diabo da cruz no primeiríssimo convite para defender seus pontos de vista cara a cara com a Manhood Academy Brasil, através de um microfone e câmera. Ela TODO DIA postava críticas aqui - até o belo dia que eu a chamei para um debate, daí ela partiu pra esquiva e depois desapareceu.

      Coitadas! Tão seguras de si dentro da própria cabecinha, mas que avacalham na hora do vamos ver. Mas estamos bem acostumados a esse tipo de atitude covarde por parte delas.

      Moral da história: não deem crédito a quem não tem coragem de expor suas ideias à apreciação pública.

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  7. Cara, tenho lido seus textos e estou curioso em saber o que você acha do casamento entre pessoas do mesmo sexo, em especial mulheres com mulheres, já que mulher é o foco principal de seus textos

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    1. O que isso tem a ver com caras que correm do debate como o diabo da cruz?

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  8. pode nao ter nada a ver, mas fiquei curioso com o q vc pensa a respeito

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    1. Ora, vamos marcar um debate então.

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  9. É incrível a desonestidade intelectual de algumas feministas
    Quem é que esta dizendo que não há homens incompetentes também?! A questão é que muitas feministas acreditam que em uma sociedade só de mulheres não haveria problemas, como se as mulheres, assim como os homens, também não sentissem sentimentos de ódio, vingança e não saíssem nos tapas umas com as outras, etc.

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    1. a desonestidade tbm é financeira... são as maiores caloteiras no comércio.

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